14.3.06

The Skeleton Key (A Chave Mestra)

2005
Suspense/Terror
Direção: Iain Softley
Roteiro: Ehren Krueger


Esses é um filme bom. Surpreendentemente bom. Um filme que te prende e que não se perde no meio da história, mantendo o mesmo ritmo até o final.

Sinopse: Sul dos Estados Unidos. Caroline (Kate Hudson) está à procura de um emprego que possa valer como estágio para completar seu curso de enfermagem e saciar sua vontade de ajudar as pessoas. É contratada por Violet Devereaux (Gena Rowlands), uma típica sulista vinda da França que precisa de uma enfermeira para cuidar de seu marido Ben (John Hurt), que sofreu um derrame no sótão da velha casa onde moram. O contrato de trabalho é intermediado pelo advogado da família, Luke (Peter Sarsgaard), que aparece vez ou outra na casa para falar com Violet.

Aos poucos Caroline vai descobrindo o que aconteceu com Ben, o que o tão estranho sótão tem a ver com o derrame e por que não há espelhos pendurados na casa. E, de cética, passará a supersticiosa demais.

O que ajuda muito a elevar a qualidade de A Chave Mestra é o excelente trabalho dos atores. De todos eles. Com grande destaque para Kate Hudson, que está maravilhosa, e John Hurt, apesar de ele não falar muito durante o filme...

Outra coisa que dá um ‘upgrade’ daqueles nesse filme é o final. Ainda faz parte daquela moda de ‘finais surpreendentes’ lançada com Sexto Sentido, mas ainda me seduz bastante. Mas devo adverti-los, o final do filme vem acompanhado de uma sensação de “Que horror!!!” e uma angústia que pode provocar insônia.

O ritmo do filme, ao qual me referi no começo da crítica, também faz parte do conjunto de qualidades que fazem de A Chave Mestra um filme bom. Com vários momentos de suspense seguidos de descobertas feitas pela personagem principal, no mínimo você vai querer continuar assistindo para ver se algum dos palpites que você foi acumulando durante o filme é o certo. E, provavelmente, nenhum o é.

De qualquer forma, não o classificaria com um filme ótimo, mas sinto não conseguir definir ainda o porquê. Acho que falta alguma coisa, uma ‘pimentinha’, algo que desse um ‘tchans’.

Um comentário:

Rick Lima disse...

Taí, tenho que admitir, merece figurar entre os mais novos do gênero terror e ganha meus méritos por não ser um refilmagem e nem uma adaptação de um filme japonês. Adoro filmes com clima macabro. Sabe, morro de medo dessas coisas de Voodoo e magia negra. Bem legal. Sem falar que Kate Hudson é uma gatinha. Té mais!